BARRACAS, FONTE NOVA. LUTO COLETIVO EM SALVADOR/ 3 (Final)
(continuação)
MÃE YEMANJÁ = MÃE BARRACAS = MÃE DO MAR,
MÃE OXUM = MÃE FONTE NOVA = MÃE DO DIQUE
FREUD EXPLICA.
"A situação traumática de sentir a falta da mãe difere num aspecto importante da situação traumática de nascimento. No nascimento não existia mqualquer objeto e dessa forma não se podia sentir alguma falta deste. A ansiedade era a únicareação que ocorria. Desde então, repetidas situações de satisfação criaram um objeto da mãe e essa objeto, sempre que a criança sente uma necessidade, recebe um a intensda catexia que pode ser descrita como "anseio". A dor é assim a reação real à perda de objeto, enquanto a ansiedade é a reação ao perigo que essa perda acarreta e, por um deslocamento ulterior, uma reação ao perigo da perda do próprio objeto."
(FREUD, Sigmund (1856-1939). Ansiedade, dor e luto. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud ... Tradução do alemão e do inglês sob a direção geral de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1996, p.165, vol XX.
Vicente Deocleciano Moreira
É o momento, neste Blog, de reproduzirmos alguns trechos de LUTO E MELANCOLIA consonantes com a situação urbana e psicológica apresentadas pelas nossas últimas postagens. Neste trabalho, Freud faz distinções entre esses estados psíquicos que têm em comuim a perda do 'objeto' amado. [FREUD, Sigmund. Luto e Melancolia. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud... Tradução do alemão e do inglês sob a direção geral de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1996, pp 29-263, vol XIV].
"A correlação entre a melancolia e O luto parece ser justificada pelo quadro geral dessas duas condições. Além disso, as causas excitantes devidas a influências ambientais são, na medida em que podemos discerní-las, as mesmas para amb as as condições. O luto, de um m odo geral, é a reação à perda de um ente querido, à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como os pais, a liberdade ou o ideal de alguém, e assim por diante" (p.249)
"Os traços mentais distintivos da melancolia são um desânimo profundamente penoso, a cessação de intere sse pelo munbdo externo,. a perda da capacidade de amar, a inibição de toda e qualquer atividade, e uma diminuição dos sentimentos de auto-estima a ponto de encontar expressão em auto-envilecimento, culminando numa expectativa delirante de punição. Esse quadro torna-se um pouco mais inteligível quando consideramos que, com uma única exceção, os mesmos traços são encontrados no luto. A perturbação da auto-estima está ausente no luto; afora isso, porém, as características são as mesmas." (p. 250)
"No luto, verificamos que a inibição e a perda de interesse são plenamente justificadas pelo trabalho de luto no qual o ego é absorvido. Na melancolia, a perda desconhecida resultará num trabalho interno semelhante, e será, portanto, responsável pela inibição melancólica. A diferença consiste emn que a inibição do melancólico nos parece enigmática porque não podemos ver o que é que o está absorvendo tão completamente." (p. 251)(
(...)
"No luto é o mundo que se torna pobre e vazio; na melancolia é o próprio ego" (P.251)
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Passados os primeiros dias de luto coletivo, e do retorno de alguns aos escombros da Fonte Nova e das 520 barracas de praia - e afora uma carta ou outra de leitor de jornal - parece reinar em Salvador uma lógica do "pra frente é que se anda", "a vida continua". E continua mesmo. Sem as barracas, a orla tornou-se local inseguro. Já se registram assaltos a transeuntes e banhistas. Talvez, depois de incêndios e destruição, o luto parece experimentar um vazio e um progressivo esmaecimento. Os baianos se apressam em concluir os trabalhos de luto. Afinal, a Copa Mundial de Futebol está próxima ... 2014 ... e será sediada pelo Brasil, com possbilidades de acontecer jogos na nova Fonte Nova. Quanto às barracas, enquanto se espera a con strução das NOVAS barracas, tenta-se substituir as mortas através de toldos provisórios, caixas de alimentos e de cervejas trazidos de casa ... de forma que não se tome banho de mar sem se tomar cervejas e comer acarajé.
Adeus, para sempre, a velha Fonte Nova e as velhas barracas de praia.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
ABRAÇO DE BOAS VINDAS A RICARDO GUIMARÃES
ABRAÇO DE BOAS VINDAS A RICARDO GUIMARÃES
Ricardo:
Obrigado pela sua participação.
Vicente
Ricardo:
Obrigado pela sua participação.
Vicente
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
BARRACAS, FONTE NOVA. LUTO COLETIVO EM SALVADOR/ 2
BARRACAS, FONTE NOVA. LUTO COLETIVO EM SALVADOR/ 2
(continuação)
Nessa cidade todo mundo é d'Oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda gente irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n'água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d'Oxum
É d'Oxum
É d'Oxum
Eu vou navegar ...
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar ...
Iá aguibá Oxum aurá olu adupé
(Gerônimo - "É d'Oxum)
Vicente Deocleciano Moreira
A Fonte Nova é, para o conteúdo manifesto do jornal "Correio da Bahia", uma "MÃE". Para o conteúdo inconsciente de quem escreveu - E DE QUEM LEU - a matéria é também uma MÃE. As mães são sempre fontes novas pois, na condição feminina da mãe tudo é novo pois, da mulher, sobre a mulher, quanto mais se fala menos se diz. A fonte mãe/mulher é sempre nova ... não bastasse a forma uterina do falecido estádio com sua abertura ... 'pernas' abertas ... para as ´para as águas do Dique do Tororó ... como se estivesse semnpre a cantar: "Nesta cidade/ Todo mundo é d'Oxum" .. fazendo coro adjuvante do cantor/compositor Jerônimo.
Fonte Nova ... aberta (para o Dique do Tororó e para mundo) com sua atitude de entrega ... cantaria Pablo Neruda. Parece-me que a nova Fonte Nova conservará as pernas abertas (desta feita MODERNAS) para o mundo e para o Dique do Tororó.

(Fonte Nova: um estádio esportivo, sempre aberto para o Dique do Toroó. Uma MÃE que não mais existe, a não ser na memória coletiva de Salvador)
Também as extintas/demolidas barracas de praia eram MÃE. Era lá que aos sábados e domingos ... dias em que a lei/ o pai permitia, autorizava ... muit@s bebiam muito álcool (cervejas, caipiroscas - isto é vodka com frutas - cachaças mil), em que muitos bebiam os mares; Tudo isso sob a proteção dos braços e do útero das MÃES barracas; tod@s sob os toldos e tetos, tod@s protegidos maternalmente do sol, da chuva, do sereno. Tod@s bebendo os mares como se retornassem ao seio materno para beber mares de leite.
Muitos choraram no funeral da mamãe grande (Gabriel Garcia Marques)Órfãos da MÃE (estádio e barracas) vivem e sofrem seus dias de luto.
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Garcia Marquez "Os funerais da mamãe grande"
"García Marquéz juntou neste livro sete contos e uma novela que dá o título à obra. A Mamã Grande era uma imponente senhora que se dizia reinar sobre Macondo. Quando aos 92 anos se vê às portas da morte, chama os herdeiros e um notário e enumera os seus bens. Sabendo da proximidade da morte da Mamã Grande, acorrem à cidade um enorme séquito de gente, desde vendedores, contrabandistas, feiticeiros, mineiros e camponeses na esperança de fazer negócio. A importância da Mamã Grande era tanta que ao seu funeral assistem o Presidente da República e o Papa.
Cada conto traz ao leitor uma visão diferente do dia-a-dia da aldeia de Macondo. Desde a velha estação dos caminhos de ferro, passando pela igreja e pelo hotel, García Marquéz apresenta-nos alguns dos seus habitantes. Um livro que me agradou pela escrita do autor que transmite sensações através das descrições.
Classificação: 3/5
"Ninguém conhecia a origem, nem os limites, nem o valor real do património, mas toda a gente se tinha habituado a crer que a Mamã Grande era dona das águas correntes e paradas, chovidas e por chover, e dos caminhos municipais, das estações do telégrafo, dos anos bissextos e do calor, e que tinha além disso um direito herdado sobre vidas e fazendas. Quando se sentava a tomar o fresco da tarde na varanda de sua casa, com todo o peso das suas vísceras e da sua autoridade amassado na sua velha cadeira de baloiço de cipó, parecia na verdade infinitamente rica e poderosa, a matrona mais rica e poderosa do mundo."
Escrito por Isabel Maia no dia 13.12.09
Autor: Gabriel García Marquéz
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MÃE YEMANJÁ, MÃE OXUM
Na mitologia religiosa do Candomblé, Yemanjá e Oxum são duas orixá (orixá assim mesmo no singular pois não são palavras do idioma português), são duas mães muito poderosas. Quem, fiel do Candomblé, não gostariam de ser amparado(a) ou protegido(a) por essas mães. Yemanjá - 'rainha' do mar. Oxum - 'rainha' da água doce: rios, lagos, cachoeiras e ... Dique do Tororó, uma de suas moradas.
Se, brasileiros, tivéssemos sido colonizado não por portugueses mas por franceses, chamaríamos mar de mer e mãe de mére. Para os franceses, o mar é uma mulher e (quem sabe?) uma mãe.
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"Eu fui no Tororó
Beber água e não achei
Encontrei bela morena
Que no Tororó deixei ..."
(música de roda)
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Os baianos, principalmente os filhos da Fonte Nova e das barracas de praia estão órfãos. Estão de luto sim, mas não com melancolia! Freud explicará na postagem de amanhã sexta, dia 3 de setembro/ 2010.
(continuação)
Nessa cidade todo mundo é d'Oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda gente irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n'água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d'Oxum
É d'Oxum
É d'Oxum
Eu vou navegar ...
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar ...
Iá aguibá Oxum aurá olu adupé
(Gerônimo - "É d'Oxum)
Vicente Deocleciano Moreira
A Fonte Nova é, para o conteúdo manifesto do jornal "Correio da Bahia", uma "MÃE". Para o conteúdo inconsciente de quem escreveu - E DE QUEM LEU - a matéria é também uma MÃE. As mães são sempre fontes novas pois, na condição feminina da mãe tudo é novo pois, da mulher, sobre a mulher, quanto mais se fala menos se diz. A fonte mãe/mulher é sempre nova ... não bastasse a forma uterina do falecido estádio com sua abertura ... 'pernas' abertas ... para as ´para as águas do Dique do Tororó ... como se estivesse semnpre a cantar: "Nesta cidade/ Todo mundo é d'Oxum" .. fazendo coro adjuvante do cantor/compositor Jerônimo.
Fonte Nova ... aberta (para o Dique do Tororó e para mundo) com sua atitude de entrega ... cantaria Pablo Neruda. Parece-me que a nova Fonte Nova conservará as pernas abertas (desta feita MODERNAS) para o mundo e para o Dique do Tororó.

(Fonte Nova: um estádio esportivo, sempre aberto para o Dique do Toroó. Uma MÃE que não mais existe, a não ser na memória coletiva de Salvador)
Também as extintas/demolidas barracas de praia eram MÃE. Era lá que aos sábados e domingos ... dias em que a lei/ o pai permitia, autorizava ... muit@s bebiam muito álcool (cervejas, caipiroscas - isto é vodka com frutas - cachaças mil), em que muitos bebiam os mares; Tudo isso sob a proteção dos braços e do útero das MÃES barracas; tod@s sob os toldos e tetos, tod@s protegidos maternalmente do sol, da chuva, do sereno. Tod@s bebendo os mares como se retornassem ao seio materno para beber mares de leite.
Muitos choraram no funeral da mamãe grande (Gabriel Garcia Marques)Órfãos da MÃE (estádio e barracas) vivem e sofrem seus dias de luto.
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Garcia Marquez "Os funerais da mamãe grande"
"García Marquéz juntou neste livro sete contos e uma novela que dá o título à obra. A Mamã Grande era uma imponente senhora que se dizia reinar sobre Macondo. Quando aos 92 anos se vê às portas da morte, chama os herdeiros e um notário e enumera os seus bens. Sabendo da proximidade da morte da Mamã Grande, acorrem à cidade um enorme séquito de gente, desde vendedores, contrabandistas, feiticeiros, mineiros e camponeses na esperança de fazer negócio. A importância da Mamã Grande era tanta que ao seu funeral assistem o Presidente da República e o Papa.
Cada conto traz ao leitor uma visão diferente do dia-a-dia da aldeia de Macondo. Desde a velha estação dos caminhos de ferro, passando pela igreja e pelo hotel, García Marquéz apresenta-nos alguns dos seus habitantes. Um livro que me agradou pela escrita do autor que transmite sensações através das descrições.
Classificação: 3/5
"Ninguém conhecia a origem, nem os limites, nem o valor real do património, mas toda a gente se tinha habituado a crer que a Mamã Grande era dona das águas correntes e paradas, chovidas e por chover, e dos caminhos municipais, das estações do telégrafo, dos anos bissextos e do calor, e que tinha além disso um direito herdado sobre vidas e fazendas. Quando se sentava a tomar o fresco da tarde na varanda de sua casa, com todo o peso das suas vísceras e da sua autoridade amassado na sua velha cadeira de baloiço de cipó, parecia na verdade infinitamente rica e poderosa, a matrona mais rica e poderosa do mundo."
Escrito por Isabel Maia no dia 13.12.09
Autor: Gabriel García Marquéz
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MÃE YEMANJÁ, MÃE OXUM
Na mitologia religiosa do Candomblé, Yemanjá e Oxum são duas orixá (orixá assim mesmo no singular pois não são palavras do idioma português), são duas mães muito poderosas. Quem, fiel do Candomblé, não gostariam de ser amparado(a) ou protegido(a) por essas mães. Yemanjá - 'rainha' do mar. Oxum - 'rainha' da água doce: rios, lagos, cachoeiras e ... Dique do Tororó, uma de suas moradas.
Se, brasileiros, tivéssemos sido colonizado não por portugueses mas por franceses, chamaríamos mar de mer e mãe de mére. Para os franceses, o mar é uma mulher e (quem sabe?) uma mãe.
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"Eu fui no Tororó
Beber água e não achei
Encontrei bela morena
Que no Tororó deixei ..."
(música de roda)
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Os baianos, principalmente os filhos da Fonte Nova e das barracas de praia estão órfãos. Estão de luto sim, mas não com melancolia! Freud explicará na postagem de amanhã sexta, dia 3 de setembro/ 2010.
PROGRAMAÇÃO - I SIMPÓSIO DE PSICOLOGIA DE FEIRA DE SANTANA

PROGRAMAÇÃO
I SIMPÓSIO DE PSICOLOGIA DE FEIRA DE SANTANA
TEMÁTICA: “Os profissionais de saúde diante da morte e do morrer”
Data: de 07 a 09 de outubro de 2010
Local: Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo
QUINTA-FEIRA - 07/10
CREDENCIAMENTO: 15h30min
ABERTURA: 16h00
PALESTRA DE ABERTURA:
“A Multidisciplinaridade no atendimento ao paciente sem possibilidades terapêuticas”
Médica Neurologista – Dra. Isolda Nonato
Psicóloga - Prof.ª Paula Rubia - Docente no curso de Psicologia da FTC; Pós graduada em Saúde Mental; Psicóloga Clínica; Psicóloga HGCA.
Enfermeiro - Prof. Rodrigo Bastos – Graduado pela UEFS- Especializando em Acupuntura – INCISA - BA
Fisioterapeuta – Fta. Talita Bezerra da Silva - Especializada em Neurologia; Atendimento domiciliar ; RPG; Pediatria.
18h:00 – Coffe Breack – Momento Cultural
SEXTA-FEIRA – 08/10
MINI CURSO: "Cuidados Paliativo e seus paradoxos"
Prof.ª Maria Luísa Sarno – 07h:30min – 12h:30min
Especialização em Psicologia Hospitalar; Mestranda em Psicologia
07h: 30 min
Enfrentamento da doença entre os profissionais de saúde: “DOR” E “LUTO”.
Psicólogo - Prf. Luiz Antonio Manzochi - CRP. 06/48199-3 -Instituto 4 estações Psicólogo clínico, doutorando em Psicologia clínica na PUC- SP, estudando questões de Morte e Luto e Atendimento Multidisciplinar em Crise,
Mestre em Gerontologia pela PUC- SP;
Especialista em Teoria, Pesquisa e Intervenção em Luto pelo 4 Estações Instituto de Psicologia- SP ;
Especialista em Psicologia Hospitalar pelo CRP ;
Especialista em Teoria e Prática Junguiana pelo Coggeae- PUC- SP
Enfermeiro - Prof. Rodrigo Bastos – Graduado pela UEFS- Especializando em Acupuntura – INCISA - BA
Fisioterapeuta – Prof.ª Virgínia Paim –
Intervalo: 10h15minh - Retorno 10h30min ( Apresentação de trabalhos - Comunicação)
Mesa redonda: Espiritualidade e atitudes religiosas
I- CRISTIANISMO - PR Antonio Marcos - Psicólogo, Teólogo, Historiador
II- ESPIRITISMO –Prf. Pierre Gonçalves de Oliveira Filho – Psicólogo, ART Terapeuta, Mestre em Saúde Coletiva
III- RELIGÕES AFRO BRASILEIRAS- Prf. Valter da Mata Filho - Mestrado em Psicologia
IV-DISCUSSÃO -
Intervalo 12h30min - Retorno 14h00min
MINICURSO: “O Cérebro e a Morte”- 16h:15min – 18h:00min
Dr. Márcio Brandão – Neurologista / Neurocirurgião
14h:00min
Tanatologia: “Educação Para Morte”
• Prof.ª Larissa Santana – Psicóloga no Hospital Unimed- HU;Especialista em Psicologia Hospitalar
• Prf. Luiz Antonio Manzochi: Instituto 4 Estações
Intervalo 16h00minh - Retorno 16h: 15 min ( Apresentação de Trabalhos- Comunicação)
Mesa Redonda - Eutanásia, Distanásia E Ortonásia.
Prof. Júlio César Hoenisch – Mestrado em Psicologia Social e da Personalidade ; Atuação em Psicologia Jurídica. Docente da UEFS
Dr. Ronaldo Mendes – Advogado OAB/ BA-21.815
Encerramento 18h00minh
Sábado – 09/10
MINI CURSO: Os profissionais diante da morte e do morrer: “Dinâmica da família” 09h40min – 13h40min
Prof.ª Patrícia Caldeira- Psicóloga – Especialista em Família
07h:30min
Tempo E Morte: Psicanálise E Hospital
Drª. Marisa Decat de Moura – Psicóloga,; Psicanalista;Mestrado em Psychologie Psychopathologie Subjectivité Langage; Possui Doutorado em Ciências/ Reprodução Assistida.
Intervalo 09h100min – Retorno 09h40min – Livros autografados
09h:40min
A Sociedade Diante da Morte E do Morrer
• Prof. Alfredo Barbosa _ Especialista em educação; Supervisor de Estágio em Serviço Social da FAN; Assistente Social do Projeto de Extensão para Idosos do Grupo Vida Nobre, no LABOFAN, da Faculdade Nobre; professor da Faculdade Nobre de Feira de Santana e da Faculdade Vasco da Gama, em Salvador.
• Prof. Vicente Deocleciano – Antropólogo- Coordenador do setor de Antropologia da UEFS; Mestrado em Ciências Sociais
• Prof.ª. Joelma da Silva- Psicóloga;Mestre em Psicologia Social, Docente no curso de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências
Intervalo 11h30min – Retorno 12h30min
A Doação de Órgãos
Drª. Maria Constança Velloso – Psicóloga;Docente no curso de Psicologia da Faculdade Bahiana de Medicina Especialização em Psicologia Hospitalar Especialização em Saúde Publica; Mestranda em andamento em Família na Sociedade Contemporânea.
Dr. Roberval – ( cabe ainda retificação, que será encaminhada pelo profissional) Médico na Clinica Senhor do Bomfim, membro da comissão de órgãos no Hospital Roberto Santos- Salvador
14h:00min
O Trabalho Multidisciplinar no atendimento ao paciente portador de doença crônica.
I A VISÃO MÉDICA – DRA. Nadjane Miranda-CRM-BA nº 10.634 -Hematologia e Clínica Médica;Especialização em Hematologia e Hemoterapia ; Mestrado em Patologia com área de concentração em linfoma de Hodgkin.
II O TRABALHO COM A EQUIPE – Prof.ª Arlete Bomfim – Graduação em Enfermagem;Mestre em Família e Sociedade Contemporânea .
III O ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGIICO AO PACIENTE –Prof.ª. Aydênia Araújo – Psico oncologista – Psicóloga no UNACOM
IV O ACOMPANHAMENTO PSICÓLOGICO AOS FAMILIARES – Prof.ª. Maria do Carmo da Silva Mendes – Psicóloga; Coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Aristides Maltez.
Encerramento ás 16h40min – Entrega de Certificado.
AGOSTO - RECORDE DE 107 POSTAGENS
AGOSTO - RECORDE DE 107 POSTAGENS
MÉDIA DE MAIS DE TRÊS POSTAGENS DIÁRIAS NOS 3I DIAS DE AGOSTO.
E UM TOTAL DE MAIS DE 7.000 VISITAS EM 31 DE AGOSTO DE 2010.
MÉDIA DE MAIS DE TRÊS POSTAGENS DIÁRIAS NOS 3I DIAS DE AGOSTO.
E UM TOTAL DE MAIS DE 7.000 VISITAS EM 31 DE AGOSTO DE 2010.
BARRACAS, FONTE NOVA. LUTO COLETIVO EM SALVADOR/ 1
BARRACAS, FONTE NOVA. LUTO COLETIVO EM SALVADOR/1
Vicente D. Moreira
No título, a expressão EM SALVADOR tornou-se preferível à DE SALVADOR; nesse caso, incorreríamos num pleonasmo, uma redundância, porque o luto de uma cidade não é outra coisa senão um LUTO COLETIVO. Mas, LUTO COLETIVO EM SALVADOR sugere que não é toda uma cidade que esté de luto, mas uma parte dela (expressiva talvez) que esteve presente ou trabalhou tanto nas barracas de praia como no estádio da Fonte Nova (oificalmente Estádio Octávio Mangabeira.
Barracas
O Ministério Público Federal determinou a demolição de todas as barracas de praia do município de Salvador localizadas dentro do território marítimo da União: a 30 metros da linha alcanmçada pela maré cheia. Durante todos os dias que antecederam a demolição da última barraca de praia do município,emissoras de TV, o jornal "A Tarde", o "Correio da Bahia" além de outros jornais exibiram reportagens mostrando o desespero de barraqueiros ('proprietários' e funcionários)diante da destruição de suas (em boa parte dos casos) únicas fontes de sobrevivência. Opiniões, lágrimas e semblantes de tristeza de antigos frequentadores das barracas também foram divulgadas. A demolição foi concluída na quarta-feira, dia 25; no primeiro domingo sem barracas, fotos e reportagens televisivas mostraram a força do luto nas praias desertas e sob tempo instável.
Fonte Nova
Mídias imnpressa e televisiva
Em sua edição de 30 de agosto do corrente ano, o jornal "A Tarde" (Salvador) publicou foto (que ocupou 2/3 da primeira página) do exato momento em que acontecia a implosão do anel superior da Fonte Nova ... a única peça que ainda sobrevivia no caminho da construção de um novo estádio para a Copa do Mundo de 2014. Em letras expressivas, o título: FIM DE JOGO. 28/01/1951 - 29/08/2010.
No também soteropolitano "Correio da Bahia" (30/agosto/2010), o instante da implosão ocupou toda a capa aberta numa foto m ais expressiva que a do concorrente. E um título também mais expressivo; VAI COM DEUS, MÃE
Nos noticiários da segunda-feira, a TV Bahia (filiada à Rede Globo) mostrou homens e mulheres de diversas faixas etárias chorando diante do espetáculo da destruição visto (claro!) à distância. Um homem que ajudou a plantar a grama do estádio, visivelmente emocionado, lamentava o fim, a morte da Fonte Nova.
Usuários das finadas barracas de praia e da falecida Fontre Nova não escondiam seus lutos individuais e, sobretudo, coletivos.
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(continua amanhã, quinta-feira, 2 de setembro)
Vicente D. Moreira
No título, a expressão EM SALVADOR tornou-se preferível à DE SALVADOR; nesse caso, incorreríamos num pleonasmo, uma redundância, porque o luto de uma cidade não é outra coisa senão um LUTO COLETIVO. Mas, LUTO COLETIVO EM SALVADOR sugere que não é toda uma cidade que esté de luto, mas uma parte dela (expressiva talvez) que esteve presente ou trabalhou tanto nas barracas de praia como no estádio da Fonte Nova (oificalmente Estádio Octávio Mangabeira.
Barracas
O Ministério Público Federal determinou a demolição de todas as barracas de praia do município de Salvador localizadas dentro do território marítimo da União: a 30 metros da linha alcanmçada pela maré cheia. Durante todos os dias que antecederam a demolição da última barraca de praia do município,emissoras de TV, o jornal "A Tarde", o "Correio da Bahia" além de outros jornais exibiram reportagens mostrando o desespero de barraqueiros ('proprietários' e funcionários)diante da destruição de suas (em boa parte dos casos) únicas fontes de sobrevivência. Opiniões, lágrimas e semblantes de tristeza de antigos frequentadores das barracas também foram divulgadas. A demolição foi concluída na quarta-feira, dia 25; no primeiro domingo sem barracas, fotos e reportagens televisivas mostraram a força do luto nas praias desertas e sob tempo instável.
Fonte Nova
Mídias imnpressa e televisiva
Em sua edição de 30 de agosto do corrente ano, o jornal "A Tarde" (Salvador) publicou foto (que ocupou 2/3 da primeira página) do exato momento em que acontecia a implosão do anel superior da Fonte Nova ... a única peça que ainda sobrevivia no caminho da construção de um novo estádio para a Copa do Mundo de 2014. Em letras expressivas, o título: FIM DE JOGO. 28/01/1951 - 29/08/2010.
No também soteropolitano "Correio da Bahia" (30/agosto/2010), o instante da implosão ocupou toda a capa aberta numa foto m ais expressiva que a do concorrente. E um título também mais expressivo; VAI COM DEUS, MÃE
Nos noticiários da segunda-feira, a TV Bahia (filiada à Rede Globo) mostrou homens e mulheres de diversas faixas etárias chorando diante do espetáculo da destruição visto (claro!) à distância. Um homem que ajudou a plantar a grama do estádio, visivelmente emocionado, lamentava o fim, a morte da Fonte Nova.
Usuários das finadas barracas de praia e da falecida Fontre Nova não escondiam seus lutos individuais e, sobretudo, coletivos.
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(continua amanhã, quinta-feira, 2 de setembro)
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