terça-feira, 23 de julho de 2013

EU DOU SANGUE POR SÃO PAULO, E VOCÊ?

AFIRMAÇÃO MULHERES NEGRAS E CARIBENHAS

MUNDO VASTO MUNDO GELADO - GUARAPUAVA - PARANÁ - BRASIL

MUNDO VASTO MUNDO GELADO

GUARAPUAVA 
PARANÁ - BRASIL

Neve leva guarapuavanos às ruas
A paisagem da cidade ficou branca. Pessoas saíram de casa para testemunhar o fenômeno

A noite desta segunda-feira reservou um bonito espetáculo da natureza aos guarapuavanos. Nevou. Muitas pessoas saíram às ruas para testemunhar o fenômeno.
Na Lagoa das Lágrimas, famílias brincavam, faziam bonecos e fotografavam a paisagem tomada pelo branco.
Às 23h40, o Simepar registrava -0,4°C.

O SOM E A FÚRIA - Cristovão TEZZA

O SOM E A FÚRIA
 Cristovão Tezza

Publicado em 16/07/2013 CONTATO@CRISTOVAOTEZZA.COM.BR

Houve um tempo em que o silêncio era a expressão natural do mundo, sendo o ruído a exceção que movia e edificava a vida. Hoje, inverteu-se a medida, e em tal intensidade que em nenhuma outra época o silêncio foi tão raro e acidental – ou caríssimo, se queremos manter com ele algum conforto. É possível refugiar-se no mato ou fugir para ilhas, como heroicos caçadores de silêncio, mas, se queremos água encanada, luz elétrica e alguma companhia, ponha-se tampão nos ouvidos. A música é o exemplo mais sofisticado de um som domesticado pela cultura; o problema é que a assombrosa onipresença parece esvaziar seu sentido, transformando-a apenas em inesgotável produção de ruído.
Até o século 19 o homem teria de procurar música para ouvi-la, em situações ritualizadas – já os tempos da reprodução infinita, com todo o seu fascínio, criaram de contrapeso uma forma inocente de homem-bomba, que aonde quer que vá leva consigo, no peito trepidante, as caixas de som de seu poder de artilharia. De seus carros-tanque de porta-malas abertos, o terrorista dispara as  bazucas, as granadas, as metralhadoras, as bombas nucleares de longo alcance que explodem decibéis ao ritmo de bate-estacas, ou, no varejo, o spray sonoro de efeito pimenta, tudo acompanhado de rezas alucinantes e incompreensíveis, pedaços de frases e palavras que se estilhaçam violentos no ar.
Tento entender o que acontece e não consigo. Estou no meu (quase) sempre tranquilo refúgio da praia de Gaivotas, e é daqui naturalmente que me veio o tema da semana: de algum lugar da vizinhança rufam os tambores eletrônicos da guerra limpa, que destrói almas, dilacera nervos, esmaga neurônios, pisoteia em sombras de paciência, mas deixa intactos os telhados, as paredes, as janelas e mesmo os vidros da casa, que apenas vibram. No bombardeio, salva-se  indiferente todo o mundo sólido das coisas que não pensam. Matam-se as pessoas, mas permanecem as propriedades.
A batalha sempre explode sem aviso, e a vítima passa por vários estados de espírito, começando pela tolerância comunitária universal – como é bela e diversificada a natureza humana, como é bonita a alegria da convivência! –, e chegando em desespero às muralhas da esperança: oremos, Senhor, eles estão só testando o som, logo vão desligar, nem é meia-noite ainda, a juventude é assim mesmo... Mas a devastadora artilharia do som de porta-malas logo passa a fazer efeito moral – as boas intenções se transformam em desejos malignos (o carro vai explodir!) e em seguida crescem nossas unhas e orelhas em ponta e os dentes caninos, a voz rouca começa a rasgar palavrões, as mãos peludas procuram tacapes, eu vou matar aqueles filhos d... Melhor encerrar a crônica antes que aconteça uma desgraça. E a noite não é para sempre: vai amanhecer, com certeza, e eu ouvirei feliz apenas as cigarras, os passarinhos, o som tranquilo de um novo dia.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

SCATOLIN e RISSETE - CURITIBA - MOB. URB. E METRÔ(POLITANO)



{fonte - GAZETA DO POVO, Curitiba, Paraná, Brasil, 4 de jun 2013. Opinião
 SINTESES – O METRÔ DE CURITIBA

ARTIGO
Mobilidade urbana e
metrô(politano) de Curitiba
Fábio Dória Scatolin e César Rissete
A cidade de Curitiba iniciou, em 1974, a trajetória de construção de um sistema de transporte coletivo sobre pneus que se tornou referência não apenas no Brasil, mas projetou a solução de mobilidade desenvolvida em Curitiba em nível internacional. Passados 40 anos, vários estudos apontam para a necessidade de se introduzir novos modais na proposta de mobilidade urbana de nossa cidade – dentre eles, o metrô.

No mundo inteiro, e no Brasil em menor escala devido ao reduzido investimento em infraestrutura que tradicionalmente aplicamos, cidades metropolitanas como Curitiba constroem linhas de metrô para cumprir um papel central no transporte coletivo, como a coluna vertebral de um sistema que deve atuar em rede.
Um sistema de transporte coletivo deve conferir ao mesmo tempo acessibilidade e mobilidade, e a formação em rede tem sido adotada nesse sentido.
O metrô de Curitiba não é apenas um modal que irá substituir os outros modais existentes. Deve ser tratado como um novo elemento que potencialize o sistema e ajude a inverter a tendência de adoção de meios individuais de transporte em detrimento do transporte coletivo. Importante lembrarmos que Curitiba já é a capital mais motorizada do Brasil, possuindo 1,3 milhão de carros para 1,7 milhão de habitantes.

Apesar de ser uma solução que demanda mais investimentos inicialmente, o sistema de alta capacidade de transporte confere mais mobilidade aos cidadãos, e o investimento e custos/benefícios associados devem ser considerados em um horizonte de mais longo prazo, entre 50 e 100 anos. As previsões apontam para uma crescente urbanização de nossa sociedade. Curitiba já possui o quarto maior PIB do país e está no centro de uma região metropolitana com pouco mais de 3,2 milhões de habitantes. Tem renda per capita acima da média nacional, tendo como motor a área de serviços, e é considerada uma das 600 cidades mais dinâmicas do mundo.


A inclusão do modal sobre trilhos permite um salto em termos de mobilidade e produtividade das pessoas, atendendo à necessidade da nossa sociedade, e ao mesmo tempo trazendo novos investimentos durante e após as obras. Além disso, é um meio que utiliza fontes renováveis de energia, contribuindo, portanto, para a redução da poluição em nossa cidade. Dados os efeitos multiplicadores que o investimento propicia, o metrô também impactará positivamente na geração de renda e emprego na cidade e contribuirá para elevar a qualidade de vida da população. A mobilidade, afinal, é reconhecida atualmente como um direito das pessoas.

Para garantir esse direito, a prefeitura está, nesse momento, alterando o projeto do metrô de Curitiba e, ao mesmo tempo, viabilizando outras propostas que contribuirão para melhorar o sistema de transporte público de Curitiba e região metropolitana. No caso específico do metrô, dadas algumas deficiências do projeto – apontadas inclusive pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná –, foi lançado o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). O PMI abre um canal transparente e institucional para que empresas apresentem propostas viáveis para a implantação do novo modal, e em especial para que a sociedade possa acompanhar as decisões que serão tomadas e que afetarão a vida de todos os que vivem na cidade.
Fábio Dória Scatolin é secretário municipal de Planejamento e Gestão; César Rissete é superintendente da Secretaria Municipal de Administração.

domingo, 21 de julho de 2013

NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL E NO MUNDO

NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL

E NO MUNDO


SEMANA DE 14/07/2013 19:00h
A 21/07/2013 18:00h

 

 

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CRIANÇAS DO CANDOMBLÉ DISCRIMINADAS NA ESCOLA

CRIANÇAS DO CANDOMBLÉ DISCRIMINADAS NA ESCOLA

ESSAS CRIANÇAS, POR TEREM OS CABELOS RASPADOS EM RITUAL,  DIZEM ESTAR COM LEUCEMIA PARA FUGIR DA DISCRIMINAÇÃO

assistam o video:

http://www.youtube.com/watch?v=Wp5ZtyfzhfI