segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL E NO MUNDO


NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL
E NO MUNDO

SEMANA DE 03/12/2012, 18h
A  10/12/2012, 17h

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MUNDO VASTO MUNDO - KARAKORUM - MONGÓLIA

MUNDO  VASTO MUNDO

KARAKORUM - MONGÓLIA






Dictionary, Encyclopedia and

Karakorum
(redirected from Karakorum (Mongolia))

   Also found in: Dictionary/thesaurus, Wikipedia 0.01 sec.
Tw)
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Karakorum, ruined city, Mongolia

Karakorum (kä'rəkō`rəm), ruined city, central Republic of
 Mongolia, near the Orkhon River, SW of Ulaanbaatar. 
The area around Karakorum had been inhabited by nomadic 
Turkic tribes from the 1st cent. A.D., but the city itself was not laid
 out until c.1220, when Jenghiz Khan, founder of the Mongol empire, 

established his residence there. As capital of the Mongols
, Karakorum was visited (c.1247) by a papal mission under Giovanni 
 Carpini. The city was abandoned (and later destroyed) after Kublai Khan, 
grandson of Jenghiz, transferred (1267) the Mongol capital to Khanbaliq 
(modern Beijing). The noted Lamaist monastery of Erdeni Dzu was built nea
r Karakorum in 1586. The ruins of the ancient Mongol city were discovered in
 1889 by N. M. Yadrinstev, a Russian explorer, who also uncovered the Orkhon
 Inscriptions (see Orkhon
). Karakorum is also the name of a nearby site, which in 
the 8th and 9th cent
 was the capital of the Uigurs
.

Karakorum, mountain range, Kashmir

Karakorum or Karakoram, mountain range, extending c.
300 mi (480 km), between the Indus and Yarkant rivers,
N Kashmir, S central Asia; SE extension of the Hindu Kush
. It covers disputed territory, held by China on the north, India
on the east, and Pakistan on the west. Karakorum's main range ha
s some of the world's highest peaks, including K2
 (Mt. Godwin-Austen; 28,250 ft/8,611 m), the second highest
 peak in the world. Karakorum also has several of the world's largest
 glaciers. Its southern slopes are the watershed for many tributaries of
the Indus River. The mountains, the greatest barrier between India and
central Asia, are crossed above the perpetual snow line by two natural routes.
 Karakorum Pass (alt. 18,290 ft/5,575 m), the chief pass, is on the main
Kashmir-China route. Another important pass, Khunjerab (Kunjirap) Pass
(alt. 15,420 ft/4,700 m), is on the Pakistan-China route (see Hunza
).
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 University Press. Licensed from Columbia University Press. All rights reserved. www.cc.columbia.edu/cu/cup/
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Karakorum

Ancient capital, Mongol empire. Its ruins lie on the upper Orhon River
in north-central Mongolia. It was settled c. 750. Genghis Khan established his
headquarters there in 1220. In 1235 his son and successor, Ögödei, enclosed the
city with walls and built a palace. Chinese forces invaded Mongolia and destroyed
 Karakorum in 1388. It was later partially rebuilt but was abandoned by the 16th
century. The ruins are included in a regional UNESCO World Heritage site
 designated in 2004.
For more information on Karakorum, visit Britannica.com. Britannica Concise
 Encyclopedia. Copyright © 1994-2008 Encyclopædia Britannica, Inc.
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Karakorum
a ruined city in Mongolia: founded in 1220 by Ghenghis Khan; destroyed
 by Kublai Khan when his brother rebelled against him, after Kublai Khan
 had moved his capital to Peking (now Beijing)
Collins Discovery Encyclopedia, 1st edition © HarperCollins Publishers 2005
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Warning! The following article is from The Great Soviet Encyclopedia (1979)
. It might be outdated or ideologically biased.
Karakorum
(Mongolian, Khara-Khorin), capital of the ancient Mongolian empire.
Founded by Genghis Khan in 1220, the city existed until the 16th century.
Its ruins are located on the upper Orkhon River. Information about Karakorum
 is contained in Chinese chronicles and the notes of the 13th-century European
 travelers Giovanni de Piano Carpini, Marco Polo, and Guillaume Rubruquis.
The Russian scholar N. M. Iadrintsev investigated the ruins of Karakorum in the late
19th century. By analyzing historical sources, A. M. Pozdneev confirmed the city’s
location at the Buddhist monastery of Erdeni Dzuu (built in 1585 in the southern part
of Karakorum). In 1948–49 a joint Soviet-Mongolian expedition, under the direction
of S. V. Kiselev, conducted excavations at Karakorum. The remains of the palace
of Ugedei, which was built on a granite foundation, were discovered in the southwestern
part of the city. The remains of a Buddhist shrine with wall paintings, dating from the
 late 12th century or early 13th century, were discovered. The trade and artisan quarter
s and other objects were investigated in the central part of the city. Plowed fields
irrigated by canals were located to the east of the city.

REFERENCES

Atlas drevnostei Mongolii, fasc. 1. St. Petersburg, 1899.
Pozdneev, A. Mongoliia i mongoly, vols. 1–2. St. Petersburg, 1896–98.
Iadrintsev, N. M. “Puteshestvie na verkhov’ia Orkhona k razvalinam
Karakoruma.” Izvestiia russkogo geograficheskogo obshchestva, 1890,
 vol. 26, issue 4.
Drevnemongol’skie goroda. Moscow, 1965.
L. A. EVTIUKHOVA
The Great Soviet Encyclopedia, 3rd Edition (1970-1979). © 2010
The Gale Group, Inc. All rights reserved.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

BRASIL - NENHUMA CIDADE BOA PRA SE VIVER.


[fonte - Yahoo notícias, 5/12/2012]

·          
·          
·         Brasil não tem nenhuma cidade entre as 100 melhores do mundo para se viver
·         
    SÃO PAULO – Nenhuma cidade brasileira foi incluída entre as 100 melhores do mundo em termos de qualidade de vida. 
Pesquisa da Mercer Consulting, divulgada nesta terça-feira (4), mostrou que a melhor colocada é Brasília, em 102º lugar. As demais foram Rio de Janeiro (112º) e São Paulo (116º). 


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

POR UM SONHO FELIZ DE CIDADE



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CIDADE

Projeto de Dongtan: projeto fica pronto em 2010
DESAFIO URBANO
Por um sonho mais feliz de cidade
Bogotá, Porto Alegre, Curitiba: estão na América Latina três metrópoles que deram a volta por cima no combate ao caos e à violência urbana e, com iniciativas brilhantes e pioneiras, vêm melhorando a vida de seus cidadãos - que se engajaram com tudo nos projetos e dão o exemplo para o mundo
-  A  A  +
Por Liliane Oraggio Cocchiaro
Revista Claudia - 09/2007
Um fato inédito na história vai desafiar cada um de nós: em 2008, mais da metade da população mundial viverá em cidades, segundo relatório recente do Fundo de População das Nações Unidas.
A cada ano, 60 milhões de pessoas - o equivalente a duas cidades como Nova York - saem do campo e partem em busca de sonhos e realizações nas metrópoles. Em breve, seremos 3,4 bilhões de habitantes urbanos, com necessidade de ar puro, segurança, moradia, saneamento, saúde, educação e transporte.

Pode ser caótico - e quem vive em São Paulo já sabe o que é fazer parte do caos. Houve um crescimento desordenado para abrigar seus 19 milhões de habitantes (12 milhões na capital e 7 milhões na região metropolitana).

Essa massa, formada por paulistanos da gema e gente que chega em busca deoportunidades, espreme-se no trânsito, sufoca com a poluição, é tiranizada pela pressa e pelo medo da violência, pelas grandes e pequenas agressões diárias. Esse cenário sombrio vem despertando a vontade de fazer alguma coisa para melhorar a vida nas cidades.

Uma metrópole latino-americana deu o exemplo para o mundo: Bogotá. "Em 12 anos, a capital da Colômbia, que tem 8 milhões de habitantes, deixou de ser um lugar violento e caótico", conta a socióloga Maria Alice Setúbal, de São Paulo, que já morou lá. "Os três últimos prefeitos mostraram como solucionar os enormes problemas e tornar a cidade sustentável em termos de transporte, poluição e integração social."

Uma rede de ações foi responsável pela mudança positiva em Bogotá. Para combater a violência, o orçamento para segurança pública dobrou, foram fixadas metas jurídicas claras de combate ao crime, com punições severas para a corrupção na polícia. Depois, veio a lei seca: os bares fechavam à 1 da manhã para evitar os inúmeros crimes ligados ao alcoolismo.

Resultado: em 12 anos, as mortes violentas reduziram à metade. Essa vitória fica mais retumbante quando se pensa que, não faz muito tempo, o nome da Colômbia era associado apenas ao narcotráfico.

A partir de 1998, a reforma de Bogotá se intensificou: foi aberto 1 milhão de metros quadrados de novas praças e áreas de lazer. Muitas ocuparam o lugar de cortiços e pontos de tráfico. A prefeitura investiu pesado em transportes coletivos eficientes. Seguindo o modelo de Curitiba, a metrópole implantou o Transmilênio, sistema de corredores de ônibus, que diminuiu o trânsito e reduziu a emissão de poluentes.

Nas áreas centrais, foi proibido o tráfego de veículos e houve uma campanha de incentivo às caminhadas e ao uso de bicicletas. As calçadas foram ampliadas e hoje a cidade conta com 330 quilômetros de ciclovias, a maior rede do mundo - com isso derrotou a poluição.

SÃO PAULO URGENTE

O exemplo de Bogotá serve como inspiração para São Paulo, uma metrópole com fama de mal-amada, acusada de maltratar e anestesiar seus cidadãos. Mas muitos deles estão acordando e, em maio, fundaram o movimento apartidário Nossa São Paulo: Outra Cidade.
Idealizado pelo empresário Oded Grajew, do Instituto Ethos, obteve a adesão imediata de 250 entidades não-governamentais e empresas e de 330 pessoas que sonham com um lugar melhor para viver.

O modelo colombiano também prevê mecanismos para interferir nas ações governamentais, e essa foi uma das primeiras iniciativas do movimento paulistano: montar um conselho que opina e fiscaliza orçamentos e ações da prefeitura.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL E NO MUNDO

NOSSO BLOGUE VISTO

 NO BRASIL E NO MUNDO


SEMANA DE 2611/2012 21h  
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FCCV - A NOVIDADE É QUE ABEL NÃO MORRE MAIS, CAIM






Leitura de fatos violentos
publicados na mídia.
Ano 12, nº 23, 03/12/2012
Salvador - Bahia - Brasil

 

 A NOVIDADE É QUE ABEL
 NÃO MORRE MAIS, CAIM

Entre as notícias relacionadas com o mundo do crime e publicadas em 27 de novembro de 2012, uma desperta a atenção por ser uma trama de família. A irmã e o cunhado do deputado federal João Carlos Bacelar foram presos, acusados de extorsão, em Salvador. De acordo com as informações veiculadas, o parlamentar denunciou a invasão de sua conta de e-mail à polícia e assim foram identificados mais de 600 acessos impróprios. A partir do conteúdo das mensagens indevidamente apropriadas, os acusados passaram a ameaçar o parlamentar através de chantagens.  A lógica aplicada pelos golpistas é conhecida: diante das ameaças de tornar públicas informações comprometedoras, a vítima deve ceder às exigências de seus algozes. No caso específico, o político deveria abrir mão de 50 milhões de reais referentes à herança da família em favor da sua irmã Lilian e do seu cunhado, André.

Como é possível observar, o “modus operandi” já está inserido no cardápio do mundo do crime há bastante tempo, podendo-se dizer que se trata de um crime clássico e que consiste no emprego de informações avaliadas pelos criminosos como altamente danosas para a vítima se forem conhecidas pelo grande público. Desta vez, os autores do ilícito, estimaram que os seus segredos valessem 50 milhões no “mercado da informação sigilosa”.
É possível que o “laço fraterno” existente entre a algoz e a vítima tenha sido incluído nos cálculos dos acusados como aspecto favorável aos mesmos, dada a importância da imagem de “boa família” para um deputado federal. É provável, portanto, que este atributo tenha sido analisado pela dupla como componente capaz de limitar a ação da vítima aos estritos bastidores parentais, afinal se aprende desde as campanhas políticas que o homem público não deve ter sua família envolvida em atividades tão degradantes, ao contrário, nas representações dos candidatos a cargos públicos, a família se inscreve como aspecto que dá lastro e, portanto, garantia àquele membro. Avós, pais, irmãos, marido, mulher, filhos e netos são incorporados às qualidades dos candidatos com o intuito de lhes conferir pontos no mercado eleitoral. Se o parentesco é usado como substância que dá aval aos candidatos, por certo, as situações que envolvem atividades criminosas de familiares e aquelas que desbotam a imagem de harmonia entre os membros da família devem ser ocultadas para evitar a depreciação do parlamentar em quesito tão delicado. Toda discrição sobre os defeitos é buscada e são acentuadas as virtudes como únicas características do núcleo familiar.
A dupla suspeita de extorsão trouxe para o âmbito da família um tipo de crime que tem vicejado no domínio público à semelhança do irmão do ex-presidente Collor de Mello, da esposa de Celso Pita, entre outros. Trata-se de uma forma de delito que para ser realizado necessita, normalmente, de contar com a convivência junto à vítima, para se chegar à traição, através de confidências indiscretas. É uma modalidade de ação que tem feito vulneráveis personagens importantes do mundo inteiro que são traídos por dossiês, “pastas rosas”, gravações em celulares, fotografias e similares.
O insucesso dos acusados, no caso descrito, parece estar relacionada com a imprevista reação do deputado que, dentro do critério cultural aqui explorado, não teria poupado a família – a irmã – diante da situação exposta e usou a seu favor a arma capaz de retirar de Lilian o mesmo poder em armações futuras. Agora, ela fica sem a força da “ficha limpa” para promover escândalos avaliados em 50 milhões de reais.
Em tempos em que estão na moda os acertos de contas com a justiça, a resposta do deputado pode até ficar simpática junto à opinião pública, mas é sempre necessário lembrar que ele foi premido por uma circunstância rara: a ameaça de perder 50 milhões de reais. É uma história que realça o quanto o mundo privado tem sido determinante para a conduta do homem público e vice-versa. É também uma oportunidade para se refletir sobre as possíveis traduções do conflito bíblico que envolve Caim e Abel em nosso tempo.


Lílian e seu companheiro confiaram em um comportamento a ser desempenhado pela vítima e foram traídos por esta expectativa. Quem sabe estejam ressentidos e pensando que “já não se fazem mais irmãos como antigamente!”.


domingo, 2 de dezembro de 2012

DANIELA MERCURY E A CENA URBANA - "O CANTO DA CIDADE"

  1.  DANIELA MERCURY E A CENA URBANA
  2.  
  3.  "O CANTO DA CIDADE"
  4.  
  5. http://www.youtube.com/watch?v=fFMtw8KzMeM
  6.  
  7. O CANTO DA CIDADE
  8.  
  9.  
  10.  Daniela Mercury
  11.  
  12. A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu
    A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu

    O gueto a rua a fé eu vou andando a pé
    Pela cidade bonita o toque do afoxé
    E a força de onde vem
    Ninguém explica ela é bonita

    O gueto a rua a fé eu vou andando a pé
    Pela cidade bonita o toque do afoxé
    E a força de onde vem
    Ninguém explica ela é bonita

    Uô ô verdadeiro amor
    Uô ô você vai onde eu vou
    Uô ô verdadeiro amor
    Uô ô você vai onde eu vou

    Não diga que não me quer
    Não diga que não quer mais
    Eu sou o silêncio da noite
    O sol da manhã

    Mil voltas o mundo tem
    Mas tem um ponto final
    Eu sou o primeiro que canta
    Eu sou o carnaval

    A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu
    A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu

    Não diga que não me quer
    Não diga que não quer mais
    Eu sou o silêncio da noite
    O sol da manhã

    Mil voltas o mundo tem
    Mas tem um ponto final
    Eu sou o primeiro que canta
    Eu sou o carnaval

    Uô ô verdadeiro amor
    Uô ô você vai onde eu vou
    Uô ô verdadeiro amor
    Uô ô você vai onde eu vou

    A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu
    A cor dessa cidade sou eu
    O canto dessa cidade é meu