Cidade

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

IGHBA - SEMINÁRIO SOBRE URBANIZAÇÃO DE SALVADOR


[fonte - IPAC 45. Salvador - Bahia - Brasil]

IGHB promove seminário sobre urbanização de Salvador
         Publicação: 12/11/2012 | 12h05
          
    
O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) promove, entre os dias 20 a23 de novembro de 2012, a quarta edição do Seminário A urbanização de Salvador em três tempos: Colônia, Império e República. O evento visa comemorar a passagem dos 463 anos de fundação da cidade, discutindo as transformações pelas quais Soterópolis passou durante os três períodos de sua história. Ao enfocar os momentos de transformação da cidade; pretende, também, fomentar os estudos sobre os diversos períodos da história de capital da Bahia.

Promovido anualmente, o encontro propõe o estudo do percurso histórico de urbanização da cidade nos períodos colonial, imperial e republicano e vai reunir pesquisadores de diferentes áreas que analisarão as diversas facetas da evolução histórica da cidade, possibilitando significativa discussão a respeito da importância histórica dos períodos abordados para a capital, bem como o Estado da Bahia.
Aberto ao público interessado, o evento acontecerá no auditório do IGHB na Avenida Sete de Setembro, 94ª Piedade. As inscrições são gratuitas (o Instituto pede apenas que sejam doadas fraldas geriátricas para o Lar Irmã Maria Luiza) e podem ser realizadas presencialmente ou através do e-mail seminário@ighb.org.br. Mais informações no site www.ighb.org.br ou através do número 71 3329-4463.
Quando:20 a 23 de novembro de 2012 das 14 às 19h

Onde: Auditório do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Avenida Sete de Setembro, 94

( Piedade)

Salvador - Bahia - Brasil

Quem: Realização Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
Informações: www.ighb.org.br – 71 3329-4463 
Inscrições: Presenciais na sede do IGHB ou pelo e-mail seminário@ighb.org.br

Quanto: Doação de fraldas geriátricas. (Poderá ser entregue no dia da Abertura do Evento)

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

FCCV - VIOLÊNCIA E LIMITAÇÕES DEMOCRÁTICAS


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Leitura de fatos 
violentos publicados na mídia, 
Ano 12, nº 20, 12/11/2012

Salvador - Bahia - Brasil



VIOLÊNCIA
 E LIMITAÇÕES 
DEMOCRÁTICAS  


No dia 28 de outubro de 2012, quando em muitos municípios brasileiros foi realizado o segundo tuno das eleições municipais, Rafael Fernandes da Silva foi morto pela polícia, na cidade do Rio de Janeiro. Ele dirigia um automóvel que teve um pneu estourado ao passar por um buraco. O estouro foi interpretado como tiros por oito policiais militares que estavam em serviço. Eles cercaram o carro e ordenaram aos ocupantes que descessem e colocassem a cabeça no chão. Como um deles, irmão da vítima (também militar) não atendeu ao pedido, os policiais passaram a atirar.
Depois da morte, os militares envolvidos na ação tentaram modificar a cena do crime. De acordo com o pai da vítima, ouvido pela Folha de São Paulo, “o PM colocou o dedo no buraco do tiro para tentar tirar a bala de fuzil lá de dentro. O irmão dele se jogou encima e impediu. Quando eu cheguei, eles estavam tentando levar o meu filho, já morto, mas eu não deixei (...). Eles estavam tentando fazer com que parecesse que houve confronto”.
Neste dia, o Brasil comemorou a festa da cidadania. As eleições transcorreram sem maiores distúrbios e, mais uma vez, as respostas contidas nas urnas foram logo reveladas aos cidadãos. A nossa “tecnologia eleitoral” foi, mais uma vez, a musa das eleições, quesito inescapável quando dos elogios vindos de todas as partes.
De dois em dois anos se assiste, no Brasil, aos rituais que caracterizam o processo eleitoral e, a não ser em casos isolados, esse interim transcorre dentro dos parâmetros legais, cabendo como nota destoante o uso da boca de urna. Isto faz notar que à beira da urna temos uma democracia satisfatória. Mas quando as questões são cotidianas, longe, portanto, das zonas eleitorais, a garantia de direitos ainda é incompleta e, muitas vezes, substituída por privilégios para alguns e impossibilidade de direitos para outros. O falecimento de Rafael Silva é expressão disto.
Há lugares nos quais a mera explosão de um pneu é capaz de desencadear uma reação policial que leva a morte de um adolescente em um bairro pobre. Como pano de fundo, fica-se com a impressão de que certo tipo de rumor em determinado local remete, automaticamente, a uma certeza: é tiro! E neste lugar, tiro é respondido com tiro. Caso haja equívoco, retira-se a bala do corpo, altera-se a cena da morte e transfere-se a responsabilidade ao morto.
Houve um erro em cena: o pneu “atirou” em vez de desempenhar o seu papel coadjuvante de rodar sobre a via pública. Foi este roubo de cena que impôs aos atores policiais o “único ato cabível” a seu desempenho na circunstância: atirar, responder com tiros. E em seguida, para dar coerência à peça, fez-se necessário criar ajustes no cenário e adequá-lo ao script para tornar verossímil a história tão corriqueira nos espaços mais desprotegidos da cidade.
A prática de transferência de culpa ao mais fraco tem permitido a vigência de um estranho poder de ferir e de matar. E isto se dá em pleno estágio de garantia dos direitos individuais e coletivos, quando o direito à vida é cláusula pétrea na Constituição e a palavra cidadania é tão proferida que pode ser reconhecida como refrão nos discursos dos poderes estabelecidos.
Passadas as eleições, vão se acumulando exceções ao código que coloca a todos em um mesmo prumo legal. Ao contrário das nossas respeitadas urnas eleitorais, são reproduzidas, em série, as modestas urnas mortuárias que são preenchidas por corpos de adolescentes e jovens muitos dos quais acusados, injustamente, de seus próprios falecimentos, assim como queriam os policiais que mataram Rafael. Depois, voltam os pleitos e com eles as promessas de mais qualidade de vida, mas a insegurança persiste em seu vigor ordinário e sem trégua, nem mesmo quando é hora de festa da cidadania. 




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terça-feira, 13 de novembro de 2012

TOTEM URBANO - CASA DE CÂMARA E CADEIA - OURO PRETO - MINAS GERAIS - BRASIL



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Ouro Preto, Casa de Câmara e Cadeia


18/18.- Ouro Preto, 

Casa de Câmara e Cadeia

This beautiful building,
the Casa de Câmara e
 Cadeia, is one of the
landmarks of Ouro Preto.
 It sits in the town's main square.
Work on the Casa de
Câmara started in 1784,
 but the building was
not finished until 1836.
Black slaves and prisoners
were forced to work on its
 construction. The building
currently hosts a mining museum,

and an exhibition hall.
The town of Ouro Preto
has a lively nightlife, thanks to
students of theUniversidade
Federal. The town's main
festivals are during the Carnival,
the Holy Week and October the 12th.
Well my friend that is it, this
photographic journey has come
 to its end. I hope you have
enjoyed it.
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Quebrada, Itacare,Sete Cidades,
Belem.
I welcome you to write 
to me about your impressions
 of this tour. To contact me, 
visit my page.
TOTEM URBANO - 

CASA DE CÂMARA
 E CADEIA - 
OURO PRETO
MINAS GERAIS 
BRASIL

See the 
slideshow
 fullscreen
Peace and love   
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BOAS VINDAS A MARIO PAIXÃO

BEM VINDO MARIO PAIXÃO

SINTA-SE  ABRAÇADO 
PELO NOSSO BLOGUE

Blogue CIDADE
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

NOSSO BLOGUE VISTO NO BRASIL E NO MUNDO



NOSSO BLOGUE
VISTO NO BRASIL 
E NO MUNDO

SEMANA DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012, 23h
A 12 DE NOVEMBRO DE 2012, 22h

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FCCV - UM MORTO: UM PONTO MORTO





Leitura de fatos violentos publicados na mídia

Ano 12, nº 19, 29/10/2012 



UM MORTO: 
UM PONTO MORTO

Morreu no canteiro central da Avenida Paralela.[Salvador - Bahia - Brasil]. Era uma quinta-feira, 25 de outubro de 2012. Tinha 30 anos. O delegado, Sérgio Schlang, informa ao jornal A Tarde na edição do dia posterior à morte que “foram identificadas pelo menos dez perfurações à bala no corpo da vítima”. O assassinato ocorreu por volta das 17 horas, de acordo com o noticioso. Eliomar Andrade Silva “trabalhava como segurança e tinha sido preso por tráfico”, informa ao jornal um irmão da vítima.

Trinta anos e deles restam estes “sinais vitais”: era segurança, já foi preso e se encontrava no eixo central de uma das vias mais importantes da capital baiana quando foi dez vezes alvejado no final da tarde da última quinta-feira.
Ao observar o horário e o local da morte presume-se que o assassinato se deu naquele momento em que o trânsito é denso, o engarrafamento já está instalado na avenida e as pessoas que ali se encontram têm seus espíritos tomados pela vontade de ultrapassar a espera. É provável que Eliomar tenha morrido ladeado por filas de carros que, à direita, passam rumo ao norte e, à esquerda, seguem em direção ao sul. Eliomar é um ponto morto nesta estrada, na altura da Estação Mussurunga.
A ele não caberá monumento, uma lápide com palavras que exaltem a sua vida. Morre no lugar que separa o ir e vir dos automóveis, e esta localização soa como metáfora de sua própria inscrição na existência social. Vivo ou morto, ele é ou sempre está à margem, mesmo que imóvel no centro, mesmo que esteja dentro nunca terá a chance de se misturar, enquanto a estrada for ocupada por uma ordem que exclui do caminho os pobres, negros, jovens aos quais é atribuído como “causa mortis” o envolvimento com o tráfico de drogas. 

Como final deste engarrafamento fica a expressão: não há mais nada a fazer. Também aí se faz necessário usar outra marcha, em vez do freio. Para frente, há que se buscar a justiça em relação aos crimes que são cometidos diariamente. Para trás, é imperioso fazer valer o direito à vida além de promoção de políticas amplas capazes de tornar realidade os direitos sociais.   


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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

BAGOLIN - A CULTURA A PARTIR DA PERIFERIA

[fonte jornal Folha de São Paulo, São Paulo, (SP - Brasil), 8 de novembro de 2012, p. A3]

A cultura a partir da periferia


 Luiz Armando Bagolin

Os 2 novos centros culturais na periferia propostos por Haddad são criticados pela Folha, mas nunca se fez objeção ao Museu da Língua ou outros no centro

Oswald de Andrade dizia que um dia a massa comeria o biscoito fino que ele fabricava. Talvez precisemos dizer hoje que comeremos o biscoito fino que a massa fabrica.

A cultura na periferia de São Paulo é muito rica, mas por vezes dificilmente acessível, pois não encontra espaço para ser exibida nem estímulos ou fomentos que possibilitem a sua recepção. Alguns não acreditam, mas há biscoito fino em Cidade Ademar, Parelheiros, Perus. Basta os tirarmos da lama do esquecimento e da cultura feita de puxadinhos.

Essa reflexão me ocorreu ao ler o editorial da Folha “Cultura na periferia” (3/11), que faz uma leitura do plano de cultura do prefeito eleito Fernando Haddad, censurando-o com uma boutade: “O que é bom não é novo, e o que é novo não é bom”.

É preciso que se diga ao leitor deste importante jornal que a elaboração do plano de cultura de Haddad resultou de inúmeras reuniões com os diversos setores culturais. Um primeiro diagnóstico, confirmado pelos depoimentos de pessoas da periferia e coincidente com o levantamento feito pela Rede Nossa São Paulo, revelou que as coisas não andam tão bem como propõe o autor do editorial, afirmando que as políticas em curso “são bem sucedidas” e “não podem ser descontinuadas”.

Tal opinião não condiz com a realidade: dos 96 distritos da cidade, 45 não têm biblioteca municipal; 59, nenhuma sala de cinema; 71 não contam com museu; 52, com sala de show ou concerto; e 54, com teatro.

Entretanto, o ponto do plano de cultura do novo prefeito que mais incomoda o autor do editorial é a proposta de construção de dois novos centros culturais na periferia. Escreve: “Antes de ceder à cultura da engenharia civil e das placas de obras, que tanto seduz governantes, o prefeito eleito ganharia se usasse um pouco mais a imaginação”.

O mesmo argumento foi usado quando a prefeitura propôs a construção dos primeiros CEUs. Segundo vários artigos da época, seriam caros e desnecessários, difíceis de serem mantidos. Hoje, são elogiados pelo autor do editorial, pois “são mais eficazes quando congregam lazer, esporte, cultura e educação”.

O mais curioso é que sou leitor assíduo da Folha há muitos anos e não me lembro de ter lido nenhuma objeção dos editores deste jornal à construção do Museu da Língua Portuguesa (que custou R$ 37 milhões) ou do ainda inacabado Museu da História de São Paulo (estimado em R$ 52 milhões), todos localizados, mais uma vez, na região central.

Ninguém achou absurdo gastar dinheiro com a construção do Museu do Carro, da Moda e da Canção, como sugeria Serra. Mas construir mais dois centros culturais na periferia de uma cidade gigante que tem apenas dois centros culturais em funcionamento parece inconcebível.

Há no plano de cultura de Haddad o projeto de readequação e ampliação de equipamentos já existentes, principalmente nos CEUs. Mas isso apenas não é suficiente.

O plano insiste na descentralização do equipamento e das atividades relacionadas à cultura, assim como na gestão partilhada com artistas. Ao mesmo tempo, faz os grandes equipamentos girarem em torno da formação e da educação (criando escolas de artes nos novos centros), em vez de só ofertar alternativas de lazer e de entretenimento.
Por fim, com quatro centros culturais em zonas distintas, eles poderão funcionar em rede, colocando a produção local em circulação.

As discussões levantadas pelo editorial são importantes, mesmo que discordantes em relação à perspectiva que defendemos. Por isso, proponho que os interessados leiam nosso plano e participem do debate. Todos são bem-vindos.

_________________
LUIZ ARMANDO BAGOLIN, 48, é professor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo


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